“Entre os dentes”
Eu às vezes sinto um frio
Que nada tem haver com o tempo
Tem haver com meus medos
Com meus segredos, meu viver
Sinto apertar o peito e o coração ficar pequeno
E vazio
Não sei o que é coragem ou amigo
Sinto só, sem irmão, sozinho.
Escrever me alivia enquanto espero que o frio passe
Que o medo passe
Enquanto prendo os segredos entre os dentes
Meus bons e maus segredos.
Eu às vezes sinto o olho lacrimejar
É por causa das coisas que incomodam
Não às vistas, mas aos sentimentos.
Pergunto a mim mesmo e pra quem conseguir ler meus pensamentos
Porque existem sentimentos que a gente não deve sentir
Sendo que a vida perde o sentido sem esses.
Eu às vezes me pergunto por quê?
Eu às vezes me questiono pra quê?
Eu às vezes escrevo
Já que prendo os segredos entre os dentes
E não posso lhe falar
Nem se for por escrito.
Nivaldo C. De Souza Jr.
retirado de: http://br.geocities.com/nivaldo_souzajr/contraditorioparte2.htm
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