É não é para crer sem ver
Nem para sentir sem tocar
Mas sim preciso que feche os olhos e apenas ouça
Eu não vou lhe decepcionar
Vou lhe contar uma história
Que depois os detalhes eu explico
Mas para lhe acalmar eu ja adianto
Que tem a ver com você e tem a ver comigo
Preciso que você gire ao seu redor
Dançando
Espere para ver o que vou lhe apresentar
Cantando
Pode até abrir os olhos
Pois meu amor, agora é simples
Deixou-me te trazer aqui
E lhe oferecer o melhor que em mim existe
Vou lhe contar a nossa história
Como eu a vejo daqui pra frente
Você me diz "eu te quero"
E então se tornará realidade de repente
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Sede
Tudo as vezes se torna tão sombrio
O gosto amargo me domina a boca
E um frio tenso, o estomago
Percebo que muito menos já vivi
e (quase) morri por alguém
Todas as danças que ja dancei
Ao som de musicas que imaginei
E no final eu me lembrei
Eu estava mesmo só
Queria rosas eu lhe dei
Queria sonhos eu os inspirei
Mais do que isso seria mágica
Minha cartola aposentei
A varinha eu quebrei
E o encanto ficou em branco
Ou tão cinza que achei
Tratar-se dos dias que chorei
As vezes tudo é mesmo tão sombrio
E não sinto o gosto apenas sede
O gosto amargo me domina a boca
E um frio tenso, o estomago
Percebo que muito menos já vivi
e (quase) morri por alguém
Todas as danças que ja dancei
Ao som de musicas que imaginei
E no final eu me lembrei
Eu estava mesmo só
Queria rosas eu lhe dei
Queria sonhos eu os inspirei
Mais do que isso seria mágica
Minha cartola aposentei
A varinha eu quebrei
E o encanto ficou em branco
Ou tão cinza que achei
Tratar-se dos dias que chorei
As vezes tudo é mesmo tão sombrio
E não sinto o gosto apenas sede
Insulfilm
Partiu o coração para a dor
Caiu de amor e não se levantou
Depositou todas as fichas ao se entregar
Não pôde ver claramente aquela hora
Em que as escritas se apagaram sobre a pedra
Tentou reverter
Agora pouco estava aqui
pouco antes la fora
Olhando-me através do Insulfim
Quase me afoguei em lágrimas
Mas deixo guardado tudo agora
Que entendi que meu erro foi ser transparante
Caiu de amor e não se levantou
Depositou todas as fichas ao se entregar
Não pôde ver claramente aquela hora
Em que as escritas se apagaram sobre a pedra
Tentou reverter
Agora pouco estava aqui
pouco antes la fora
Olhando-me através do Insulfim
Quase me afoguei em lágrimas
Mas deixo guardado tudo agora
Que entendi que meu erro foi ser transparante
Podemos resolver isso?
Quando foi a primeira vez
que eu lhe pedi para acreditar em mim
Deve ter sido quando lhe convidei a me amar
Entregando sua alma sem medo assim
Eu nunca me perdoei
Pelas noite que me privei de ti
Tudo que queria era que nossos planos
Se tornassem nossos destinos lá no fim
Pergunte a si mesma agora
O que foi de bom que ficou comigo
Você partiu meu coração você partiu...
Como poderemos resolver isso?
Eu prefiro não sofrer calado
Estou gritando em meus versos
Para que jamais eu precise chorar
novamente em cima do travesseiro
que eu lhe pedi para acreditar em mim
Deve ter sido quando lhe convidei a me amar
Entregando sua alma sem medo assim
Eu nunca me perdoei
Pelas noite que me privei de ti
Tudo que queria era que nossos planos
Se tornassem nossos destinos lá no fim
Pergunte a si mesma agora
O que foi de bom que ficou comigo
Você partiu meu coração você partiu...
Como poderemos resolver isso?
Eu prefiro não sofrer calado
Estou gritando em meus versos
Para que jamais eu precise chorar
novamente em cima do travesseiro
terça-feira, 5 de novembro de 2013
A pedra
Eu ouço a pedra
E a pedra me falava
sobre todos que já pisaram nela
A pedra.
Eu converso com a pedra
Dessas que ninguém olha para ela
ou por ela
E comigo ela se sente como marfim
Eu falo para a pedra
Que mesmo ela tem seu brilho
O brilho de pedra neste mundo tem seu lugar sim
É muitas vezes de valor incalculável
Eu ouço a pedra
E a pedra me conta
Que ninguém gosta dela
Mas com ela quebrariam um nariz no meio da guerra
Eu converso com a pedra
E ela, nem quer mais saber de mim
Ela percebeu quem eu era
E preferiu outro a mim
Eu falava para a pedra
E a pedra, coitada se perdia por ai
Em sonhos de ser joia, de ser arma
E no fim a pedra já não estava mais aqui
Eu nem vejo mais a pedra
E era a pedra assim
Movida na lava do vulcão
Enquanto eu virava pedra
E a pedra me falava
sobre todos que já pisaram nela
A pedra.
Eu converso com a pedra
Dessas que ninguém olha para ela
ou por ela
E comigo ela se sente como marfim
Eu falo para a pedra
Que mesmo ela tem seu brilho
O brilho de pedra neste mundo tem seu lugar sim
É muitas vezes de valor incalculável
Eu ouço a pedra
E a pedra me conta
Que ninguém gosta dela
Mas com ela quebrariam um nariz no meio da guerra
Eu converso com a pedra
E ela, nem quer mais saber de mim
Ela percebeu quem eu era
E preferiu outro a mim
Eu falava para a pedra
E a pedra, coitada se perdia por ai
Em sonhos de ser joia, de ser arma
E no fim a pedra já não estava mais aqui
Eu nem vejo mais a pedra
E era a pedra assim
Movida na lava do vulcão
Enquanto eu virava pedra
Música sem som
Aquela música sem som
que eu pedi para você colocar
Antes de me abraçar
E a gente dançar
dois pra lá e dois pra cá
É a nossa música
O som não importa
Mas sim a companhia.
que eu pedi para você colocar
Antes de me abraçar
E a gente dançar
dois pra lá e dois pra cá
É a nossa música
O som não importa
Mas sim a companhia.
domingo, 3 de novembro de 2013
Um verso para cada dia de novembro
Então chegou Novembro
E sei que não te verei por um tempo
Eu busco distrações que me impeçam de cair em prantos
Para cada dia que eu sobreviver sem ter você me lembrando
Que te amo
Vou te deixar preso em um verso
Para cada dia que você ficar longe de mim
Que você sofra de saudade
É Novembro, você avisou que seria assim
Desta vez me deu a mais pura verdade
São só algumas poucas horas, você me disse
Eu que não acreditei
Não deixei de sofrer
E seu eu tivesse acredito em meu rei
Estaria de qualquer forma sem você
Novembro para mim pode ir embora
Eu quero logo um Dezembro novo
Você batendo em minha porta
E eu sorrindo feito bobo
Você, a melhor de parte de mim.
E sei que não te verei por um tempo
Eu busco distrações que me impeçam de cair em prantos
Para cada dia que eu sobreviver sem ter você me lembrando
Que te amo
Vou te deixar preso em um verso
Para cada dia que você ficar longe de mim
Que você sofra de saudade
É Novembro, você avisou que seria assim
Desta vez me deu a mais pura verdade
São só algumas poucas horas, você me disse
Eu que não acreditei
Não deixei de sofrer
E seu eu tivesse acredito em meu rei
Estaria de qualquer forma sem você
Novembro para mim pode ir embora
Eu quero logo um Dezembro novo
Você batendo em minha porta
E eu sorrindo feito bobo
Você, a melhor de parte de mim.
A fossa
Era uma vez a fossa funda
Então a fossa foi tampada com muita areia
Só que era areia movediça
Por um descuido bobo eu voltei a cair
Então a fossa foi tampada com muita areia
Só que era areia movediça
Por um descuido bobo eu voltei a cair
Prometi que seríamos um segredo bem guardado
Se em tudo que fizeste colocar amor
Qualidade maior alcançará
Hipnotizará quem de fato for atingido
E se você não avisar sobre seu jeito de amar
Eu posso apostar
Que logo estará também caído
de amor.
Se em cada toque puder transmitir calor
Algo bom em cada um acenderá
Fará de fato o mundo um lugar menos frio
E se esse amor não fracassar
Deixe-me adivinhar
Logo será então escolhido
por um amor.
Essas histórias que contam sobre o acaso
E sobre o amor a primeira vista
Eu me recusaria a acreditar
Se comigo já não tivesse acontecido
Eu quando lhe vi só pensei em lhe abraçar
E que você ficasse então comigo
São tantas coisas que eu poderia confidenciar
Mas essa história não é só sobre mim
Prometi que seríamos um segredo bem guardado
Só me resta portanto cumprir
Mas a cada sonho que eu tenho com você eu deixo escapar
Que há alguém por quem respiro
Mas é claro que o amar prosperará
Mas é claro que o amar convencerá
Por isso eu ponho amor em todos os lugares
E assim também me conecto contigo
Para onde quer que eu vá
Para longe ou além mar.
Qualidade maior alcançará
Hipnotizará quem de fato for atingido
E se você não avisar sobre seu jeito de amar
Eu posso apostar
Que logo estará também caído
de amor.
Se em cada toque puder transmitir calor
Algo bom em cada um acenderá
Fará de fato o mundo um lugar menos frio
E se esse amor não fracassar
Deixe-me adivinhar
Logo será então escolhido
por um amor.
Essas histórias que contam sobre o acaso
E sobre o amor a primeira vista
Eu me recusaria a acreditar
Se comigo já não tivesse acontecido
Eu quando lhe vi só pensei em lhe abraçar
E que você ficasse então comigo
São tantas coisas que eu poderia confidenciar
Mas essa história não é só sobre mim
Prometi que seríamos um segredo bem guardado
Só me resta portanto cumprir
Mas a cada sonho que eu tenho com você eu deixo escapar
Que há alguém por quem respiro
Mas é claro que o amar prosperará
Mas é claro que o amar convencerá
Por isso eu ponho amor em todos os lugares
E assim também me conecto contigo
Para onde quer que eu vá
Para longe ou além mar.
O Patinho feio no lago dos cisnes
Você as vezes não consegue enxergar o seu lugar no mundo
Como se nada combinasse contigo
Como se as peças do quebra cabeça fossem trocadas
E então você simplesmente não encontra encaixe
O tempo passa e isso se tornar pior
Seus sonhos não vão de encontro aos sonhos dos outros
Você apenas planeja uma viagem
Enquanto uns casam
Enquanto uns tem filhos
Enquanto o Sol nasce
E você prefere a noite
A vida toda se sentiu tão por baixo
Nada seu parecia bom
Enquanto os outros se saiam bem
Não encontrou alguém para lhe chamar de amor
Embora as pessoas dissessem que você merecesse
Mas você sentia lá no fundo
Era apenas piedade
Seu desejo era apenas que não tivessem pena
ou que essa pena se transformasse em asas
para que você finalmente voasse por ai
Como um cisne.
Daqui da Lua
Daqui da Lua a Terra é mesmo maravilhosamente linda
Eu agradeço por poder conseguir levitar
Assim posso transformar a imaginação em estrelas cadentes
E então pensar que você fará um pedido
E depois de um tempo na sua porta eu vou estar
Como se você nunca tivesse partido
meu coração.
Há certas tristezas que a vida não irá apagar
Simplesmente porque a alma não cicatriza
O mal que vem de um bem
é tão maior que o próprio bem que um dia foi e não é mais
Eu tentei te perdoar
Mas eu não sou disso.
Por mais que eu em algum lugar bem la no fundo
Eu te adore
Ja se foi todo aquele amor que era puro
Então acho que vou ficar sentado aqui de cima
So te assistindo
Talvez suas mancadas sejam diferentes das que já tenha vivido
E então um dia o seu amor não mais fracasse
Te desejo isso e pronto
Te desejo, é isso ponto!
Daqui da Lua o meu vazio parece ínfimo
Ja que olho para o infinito
E é tão lindo
Não ter que enxergar o fim
Porque lugar nenhum se encerra aqui
Na imensidão das estrelas
Na escuridão do espaço
Pelo menos até o oxigênio acabar
Será irônico ver a vida ir embora
Enquanto me transformo em poeira cósmica
Que um dia de alguma forma iluminará
Uma noite de um outro amor seu
que não eu...
por que não eu?
É, não eu...
Eu agradeço por poder conseguir levitar
Assim posso transformar a imaginação em estrelas cadentes
E então pensar que você fará um pedido
E depois de um tempo na sua porta eu vou estar
Como se você nunca tivesse partido
meu coração.
Há certas tristezas que a vida não irá apagar
Simplesmente porque a alma não cicatriza
O mal que vem de um bem
é tão maior que o próprio bem que um dia foi e não é mais
Eu tentei te perdoar
Mas eu não sou disso.
Por mais que eu em algum lugar bem la no fundo
Eu te adore
Ja se foi todo aquele amor que era puro
Então acho que vou ficar sentado aqui de cima
So te assistindo
Talvez suas mancadas sejam diferentes das que já tenha vivido
E então um dia o seu amor não mais fracasse
Te desejo isso e pronto
Te desejo, é isso ponto!
Daqui da Lua o meu vazio parece ínfimo
Ja que olho para o infinito
E é tão lindo
Não ter que enxergar o fim
Porque lugar nenhum se encerra aqui
Na imensidão das estrelas
Na escuridão do espaço
Pelo menos até o oxigênio acabar
Será irônico ver a vida ir embora
Enquanto me transformo em poeira cósmica
Que um dia de alguma forma iluminará
Uma noite de um outro amor seu
que não eu...
por que não eu?
É, não eu...
Sinto falta
Sinto falta das guitarras distorcidas
Sinto falta do arco íris no fim de uma tarde bem vivida
Sinto falta do cheiro de terra molhada
Sinto falta de ver abelhas pousando em flores
Sinto falta de sua janela aberta até bem tarde
Por onde eu via você, bonita
Sinto falta de ter dó
Sinto falta até de mim
Sinto falta de viver sob um sol que eu possa aguentar
Sinto falta de uma boa música
Sinto falta até do vinho
Que você me ensinou apreciar
Sinto falta de amores que enchiam a imaginação antes de ti
Sinto falta de giz de cera
Sinto falta de poder brincar
Sinto falta de ver o mar
Sinto falta de me sentir tranquilo
Sinto falta de poder esperar
Que o relógio me trouxesse você
Sinto tanta falta que não pude deixar de transformar
A tristeza em versos
A saudade em caracteres
E a disritmia em poesia
Sinto falta de não ter que explicar
Apenas abraçar e ficar quieto
Sinto tanta falta mesmo de ver o mar
O farol
Sinto falta de mergulhar
E ver então o pôr-do-sol.
Sinto falta do arco íris no fim de uma tarde bem vivida
Sinto falta do cheiro de terra molhada
Sinto falta de ver abelhas pousando em flores
Sinto falta de sua janela aberta até bem tarde
Por onde eu via você, bonita
Sinto falta de ter dó
Sinto falta até de mim
Sinto falta de viver sob um sol que eu possa aguentar
Sinto falta de uma boa música
Sinto falta até do vinho
Que você me ensinou apreciar
Sinto falta de amores que enchiam a imaginação antes de ti
Sinto falta de giz de cera
Sinto falta de poder brincar
Sinto falta de ver o mar
Sinto falta de me sentir tranquilo
Sinto falta de poder esperar
Que o relógio me trouxesse você
Sinto tanta falta que não pude deixar de transformar
A tristeza em versos
A saudade em caracteres
E a disritmia em poesia
Sinto falta de não ter que explicar
Apenas abraçar e ficar quieto
Sinto tanta falta mesmo de ver o mar
O farol
Sinto falta de mergulhar
E ver então o pôr-do-sol.
É o crepúsculo
É o crepúsculo
A dor de um espinho cravado neste peito
Anjo da agonia, sombra e cinzas
Dúvidas cravejadas de receio
Não é mais a primavera
Um sibilo entre as palavras duras
Um morcego que observa da janela
Durante as noites mais escuras
E não há mais a aurora
Nem boreal, nem turva
São só os passos devagar
É só a orquídea de flor murcha
E lá fora já vem chegando...
O homem com a carta da Morte
ou seria outra noticia
Eu entrego a minha própria sorte
Eu te espero ainda nesta vida
Espero ir bem mais tarde.
A dor de um espinho cravado neste peito
Anjo da agonia, sombra e cinzas
Dúvidas cravejadas de receio
Não é mais a primavera
Um sibilo entre as palavras duras
Um morcego que observa da janela
Durante as noites mais escuras
E não há mais a aurora
Nem boreal, nem turva
São só os passos devagar
É só a orquídea de flor murcha
E lá fora já vem chegando...
O homem com a carta da Morte
ou seria outra noticia
Eu entrego a minha própria sorte
Eu te espero ainda nesta vida
Espero ir bem mais tarde.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Curinga...
Seu sorriso no início me pareceu um enigma
Pouco depois já te via como um tipo de Curinga
E por você eu nutri tanta afeição
Se perdeu pelos trilhos meu coração
E esse trem descarrilhou
Você também se apaixonou
Por mim?
Pelo menos uma vez me diz que não imaginei
Tudo que me proporcionou e que gostei
Sabe desde muito tempo que lhe amo
Com a alegria de um paraquedas que se abre antes do tombo
E apenas me parece um pouco estranho
a gente não ser mais tão próximos como fomos
Nunca te esqueci.
Pouco depois já te via como um tipo de Curinga
E por você eu nutri tanta afeição
Se perdeu pelos trilhos meu coração
E esse trem descarrilhou
Você também se apaixonou
Por mim?
Pelo menos uma vez me diz que não imaginei
Tudo que me proporcionou e que gostei
Sabe desde muito tempo que lhe amo
Com a alegria de um paraquedas que se abre antes do tombo
E apenas me parece um pouco estranho
a gente não ser mais tão próximos como fomos
Nunca te esqueci.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
O cara e o dragão Skrüb
Voltou para casa como se fosse celebrar uma vida nova
Sentiu pela primeira vez ter mais força que seu personagem antagônico
E viu no caminho um céu cheio de estrelas
Coisa que não pertencia àquele mundo desarmônico
Julgou ser certo abaixar a guarda e descansar um pouco
Há muito já não tem quem o console
Agora é hora de livrar-se das armaduras
Curtir um pouco a companhia de alguém com quem more
Matou o dragão Skrüb e arrancou suas raízes
Voltou pra casa sabendo que podia enfim ser sincero
Skrüb não era mais senhor de seu destino
Nem faria mais de seu sentimento um Karma severo
E as flores se abriram mesmo ainda sendo Outono
Tudo está diferente no mundo porque no coração também está
Esta forma de se redimir dos erros e se livrar dos medos
Não pode ser só vocação tem que ser por si libertar
Sentiu pela primeira vez ter mais força que seu personagem antagônico
E viu no caminho um céu cheio de estrelas
Coisa que não pertencia àquele mundo desarmônico
Julgou ser certo abaixar a guarda e descansar um pouco
Há muito já não tem quem o console
Agora é hora de livrar-se das armaduras
Curtir um pouco a companhia de alguém com quem more
Matou o dragão Skrüb e arrancou suas raízes
Voltou pra casa sabendo que podia enfim ser sincero
Skrüb não era mais senhor de seu destino
Nem faria mais de seu sentimento um Karma severo
E as flores se abriram mesmo ainda sendo Outono
Tudo está diferente no mundo porque no coração também está
Esta forma de se redimir dos erros e se livrar dos medos
Não pode ser só vocação tem que ser por si libertar
Construção dificil
Sempre te esperei apenas dois passos a sua frente
Nunca quis acelerar o ritmo para não lhe perder de vista
Se você tentasse pel'a gente
Eu estaria ainda tão na sua pista
Seria como se eu nunca tivesse ido a lugar algum
As vezes que tentei ir um pouco mais longe
Eu fazia questão de que o caminho partisse de você
Para quem eu sempre quis voltar, minha fonte
Para quem eu sempre quis viver, morrer...
Eu já nem sei
As vezes o tempo faz eu me confundir
E misturo sonhos e realidade
Não raramente sinto você por aqui
Já que está em toda parte
Quase sempre quero que dure um pouco mais
Me lembro que por poucas horas tive você
De um jeito particular como não teria jamais
Tive o que foi possível ter
Dois poucos anos de amor platônico
Como floresceram estrelas no meu verso
Por enquanto, no escuro, guardo apenas momentos sônicos
Eu descobri algo melhor em mim
Tão voraz quanto a velocidade de uma palavra perdida
No momento certo espero descobri em ti
Verdades encoberta entra suas dicas
Nunca quis acelerar o ritmo para não lhe perder de vista
Se você tentasse pel'a gente
Eu estaria ainda tão na sua pista
Seria como se eu nunca tivesse ido a lugar algum
As vezes que tentei ir um pouco mais longe
Eu fazia questão de que o caminho partisse de você
Para quem eu sempre quis voltar, minha fonte
Para quem eu sempre quis viver, morrer...
Eu já nem sei
As vezes o tempo faz eu me confundir
E misturo sonhos e realidade
Não raramente sinto você por aqui
Já que está em toda parte
Quase sempre quero que dure um pouco mais
Me lembro que por poucas horas tive você
De um jeito particular como não teria jamais
Tive o que foi possível ter
Dois poucos anos de amor platônico
Como floresceram estrelas no meu verso
Por enquanto, no escuro, guardo apenas momentos sônicos
Espalhados, perdidos, abandonados no Universo
Tão voraz quanto a velocidade de uma palavra perdida
No momento certo espero descobri em ti
Verdades encoberta entra suas dicas
sábado, 26 de outubro de 2013
Tudo porque um dia amei amar
Alguns amores vão nos devastar como o Katrina
Outros nos farão um bem maior algum dia
E determinarão os nosso sonhos
Transformarão os meus monstros
Internos.
Os amores que mais marcam
Estragam nossas musicas favoritas
Nos fazem ter raiva de lugares em que fomos juntos
Deles.
Alguns amores nunca deveriam ter acontecido
Não acho que aprendi nada com eles
Pois com o amor não há sabedoria
Não há razão
Muito diferente das ciências tão exatas
O amor vai nos corromper
Corroer
Consternar
Eu sou assim
Um misto do que há de bom
E ruim por ai
Tudo porque um dia amei...
Amar.
Seu par tão seu
Eu até pensei em trocar a música
Eu pensei em por uma clássica
Uma valsa para dóis dançar.
Mas vem em mim o canto e paro no ar.
Eu quis dizer te amo
Eu quis limpar teu pranto
Mas preferimos um pra lá...
E um pra cá
Você dançou tão leve
Fez parar a neve
tentou mostrar que é a rainha
E me deixou sem cor
E me deixou com dor no peito
E eu parei meus passos
Eu me curvei e fiz a corte
Então você entendeu que sou
Seu par tão seu.
Eu pensei em por uma clássica
Uma valsa para dóis dançar.
Mas vem em mim o canto e paro no ar.
Eu quis dizer te amo
Eu quis limpar teu pranto
Mas preferimos um pra lá...
E um pra cá
Você dançou tão leve
Fez parar a neve
tentou mostrar que é a rainha
E me deixou sem cor
E me deixou com dor no peito
E eu parei meus passos
Eu me curvei e fiz a corte
Então você entendeu que sou
Seu par tão seu.
Longe
Dançando eu talvez leve
A vida mais a sério
E até queira ter você ao meu lado.
Cantando para soltar o tigre
Ou profeta
Que em mim habita
Longe demais das vilas
Longe demais dos bosques
Mas tão perto do que faz o sonho
Meu.
Eu corro entre as gotas da chuva.
A vida mais a sério
E até queira ter você ao meu lado.
Cantando para soltar o tigre
Ou profeta
Que em mim habita
Longe demais das vilas
Longe demais dos bosques
Mas tão perto do que faz o sonho
Meu.
Eu corro entre as gotas da chuva.
domingo, 15 de setembro de 2013
Nem por um instante
Nem por um instante ela prometeu não lhe deixar_ e parecia ser sincera_ não há porque não acreditar_ assim como em todas as coisas_ que já não sabe se é realidade ou sonho_ mas não lhe impediu de gostar_ acredita mesmo que olhos tão azuis_ são só para enxergar?_ acredita mesmo que lábios tão macios e carnudos_ seriam só para compor o conjunto de uma obra prima_ se acredita em tudo isso porque rifou o meu amor?_ Como se fosse só um pedaço de possibilidade_ e não a certeza que eu lhe prometi trazer em cada abraço meu_ Nunca corri para lhe achar_ Porque sabia que estaria lá_ Mas o que vi não foi reciproco_ Eu vi o céu se acabar_ Enquanto você viu fogos de artifício_ Vai me chamar de louco pela ultima vez_ Eu só vim para lhe dizer_ Tchau_meu louco eu.
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